#3: Reuniões abertas 3 e 17 de março

Olá!

Estamos cada vez mais unidas e mais fortes.

O grupo organizador do acampamento já tem seis colectivos: Associação Bajouquense para o Desenvolvimento, Climate Save Movement Portugal, Climáximo, Linha Vermelha, Movimento do Centro contra a Exploração do Gás e Peniche Livre de Petróleo.

Os apoiantes também aumentaram desde a última newsletter: Academia Cidadã, GAIA, Museu do Casal Monte Redondo, Praxis Magazine, Quercus e Plataforma TROCA apoiam o acampamento.

Com as reuniões abertas, mais e mais pessoas também estão a juntar-se ao processo preparatório.

Gostarias de participar mas não sabias onde começar?

Marca na tua agenda:

3 de Março, Domingo, 17h00,
GAIA-Lisboa
(Rua da Regueira 40, Alfama) [evento de Facebook
aqui]

17 de Março, Domingo, 15h00,
FCSH, Lisboa

Esperamos ver-te em breve. 😉

#2: Camp-in-gás a chegar! Marca na tua agenda!

Olá!

As preparações do Camp-in-Gás já começaram! Temos data, sítio, e uns grupos de trabalho. Neste email, queria contar-te um pouco do ponto de situação e também lançar algumas ideias sobre os próximos passos.

Em primeiro lugar, fizemos este vídeo sobre a luta contra a extracção de gás em Gröningen/Holanda, em que o movimento climático conseguiu parar os projectos de exploração de gás convencional em terra (mesmo depois de começarem; aliás, décadas depois), por causa dos impactos graves na zona.

Passando agora para as coisas mais operacionais:

No passado dia 30 de Janeiro, fizemos a primeira reunião aberta com 20 pessoas em Lisboa. Discutimos sobre o conteúdo do acampamento (oficinas, palestras, acções), a logística, e as iniciativas que podemos fazer até lá. Já temos algumas propostas concretas que estão a avançar, e vamos em breve dar mais novidades sobre elas.

Mas a maior notícia é que já temos o sítio e data do acampamento!

Marca na tua agenda, tira férias do trabalho, e fala com amig@s:

17-21 de Julho

Bajouca (Distrito de Leiria)

Sempre que confirmarmos mais informações, vamos manter-te actualizad@ também.

Agora, os próximos passos:

Esperamos ter mais uma reunião aberta daqui a 2-3 semanas. Mas há duas coisas confirmadas para depois:

No dia 16 de Março, Sábado, no âmbito do 4º Encontro Nacional pela Justiça Climática, vamos ter uma sessão sobre os projectos de prospecção e exploração de gás na zona centro.

Depois, no dia 17 de Março, Domingo à tarde, vamos ter uma reunião de trabalho especificamente para continuar as preparações do acampamento.

Ambas as iniciativas vão ter lugar na FCSH (Faculdade das Ciências Sociais e Humanas, Universidade Nova de Lisboa) e vão ter em breve divulgação própria, mas podes já marcar na tua agenda. 🙂

A partir de agora, o que será essencial é o máximo envolvimento das pessoas na preparação, para conseguirmos organizar o melhor e maior acampamento de acção em Portugal. Por isso, peço-te que convides @s tuas/teus amig@s para se inscreverem neste newsletter. Assim conseguimos organizar reuniões mais abrangentes e participadas.

#1: Camp in Gás – As preparações estão a começar!

Olá!

Aqui vai a esperada primeira newsletter do Camp in Gás, acampamento de ação contra gás fóssil e pela justiça climática. Neste email, vamos contar-te um pouco o ponto de situação sobre o acampamento e alguns próximos passos em que podes envolver-te.

Rumo à licença de prospeção e pesquisa na zona centro

Como podes saber, a Agência Portuguesa do Ambiente (APA) decidiu exigir que seja realizada uma avaliação de impacto ambiental para os furos de gás em Bajouca e Aljubarrota, concessionados à empresa Australis Oil & Gas.

A APA definiu as matérias que vincularão o Estudo de Impacto Ambiental (EIA). Depois de análise do EIA, sairá a Declaração de Impacto Ambiental, que pode ser favorável, favorável condicionada ou desfavorável. Se a decisão for favorável ou favorável condicionada, a Australis recebe a licença que lhe permitirá avançar com o furo de prospeção e pesquisa.

Ao ser cautelosa na sua análise, alertando para os riscos ambientais, e ao vir a público pedir EIA, a APA fica bem na figura e agrada a quem julga que uma AIA é garantia da proteção do ambiente. Evita assim também uma possível providência cautelar – à semelhança do que aconteceu em Aljezur.

Parece que o governo está a inventar cada vez melhor estratégias para defender as petrolíferas.

Novidades da luta

Ao mesmo tempo, várias sessões de esclarecimento na zona sensibilizaram as populações locais e já estão a ecoar numa série de moções contra o furo nas autarquias da região. A União de Freguesias de Monte Redondo e Carreira, a União de Freguesias do Souto da Carpalhosa e Ortigosa, a Assembleia de Freguesia de Bidoeira de Cima, Assembleia Municipal de Pombal, Câmara Municipal de Leiria, a Assembleia de Freguesia da Bajouca e o Município de Porto de Mós já disseram não ao furo. A Assembleia da República também aprovou uma recomendação ao governo para cancelamento dos contratos.

O Camp in Gás será uma excelente oportunidade para unir esta oposição num acampamento festivo e combativo.

Em Lisboa, a primeira reunião aberta já está marcada.

Vamos reunir no dia 30 de janeiro, às 19h00, no GAIA-Lisboa (Rua da Regueira 40, Alfama). Vamos apresentar o ponto de situação sobre gás, discutir ideias para o acampamento e formar grupos de trabalho para lançar as preparações.

Até já!