#8 – Camp-in-Gás: Inscrições abertas | Register now

Bom dia!

As inscrições para o acampamento já estão abertas no site: http://camp-in-gas.pt/inscricoes/

Temos espaço limitado para as tendas e precisamos de saber números para as refeições. Por isso, a inscrição é obrigatória. 😉

O site também está actualizado e tem agora muito mais informação sobre programa, practicalidades, acção e eventos de angariação de fundos. Se queres envolver-te nas preparações, ajudar nos eventos ou apoiar o acampamento, podes encontrar a lista de todas as iniciativas aqui: http://camp-in-gas.pt/eventos/

Neste momento, temos os seguintes eventos confirmados:

Aparece e espalha a palavra.

Até já!

Assuntos prácticos

Posso ir?

Sim. Mas é preciso inscrição.

Posso acampar?

Sim. Mas temos espaço limitado para tendas. Por isso, é preciso inscrição prévia.

E comida?

Vamos servir comida vegan e local. Isto é a única coisa no acampamento em que o pagamento é obrigatório.

O formulário de inscrição explica os valores por refeição. É preciso inscrição prévia e pré-pagamento.

O que trazer?

  • Tenda
  • Saco de cama e colchões
  • Lanternas
  • Sapatos ténis
  • Roupa velha que podes sujar e também roupa quente para as noites
  • Chapéu, guarda-chuva e protector solar
  • Petiscos para a acção
  • Uma garrafa de água para preencher (no mínimo 1 litro)
  • Os teus medicamentos (se precisares)
  • Faixas e cartazes com mensagens que queres transmitir contra o furo de gás
  • Livros, cartas de jogo, instrumentos musicais velhos ou outras coisas que podem ocupar o tempo num bloqueio de algum tempo

 

#7 – Um Campo com Agenda

A agenda benefit do Camp in Gás está bem regada, e a participação de todos e todas é importante, quer seja para ajudar, dançar ou curtir a música. Os eventos mais próximos já estão online e têm cartazes, por isso marca já na tua agenda:

A 25 de Maio o programa arranca com o Dinner for Action, no RDA, jantar benefit vegano, que vai divulgar e angariar fundos para o Camp-in-Gás.

A 1 de Junho vamos ter o Yoga for Action, no BUS – Paragem Cultural, juntando o Yoga à ação climática.

Mais à frente, dia 9 de Junho temos o Dance for Action, no Now Beato, que vai contar danças europeias, forró e um grande baile no final. Logo no dia 10 de Junho segue-se, o Music for Action no Anjos 70, o evento que vai juntar a causa da Justiça Climática ao samba de intervenção, forró, gospel, psicadélico e muito mais. Para mais detalhes sobre estes dois últimos eventos fica de olho nas nossas redes socias, Facebook, Instagram,Twitter. E calma que a nossa agenda não se fica por aqui, muito mais está para surgir ;).

Entretanto a série do Fumaça já está toda cá fora, com os episódios 3 e 4 disponíveis para o público geral. Acompanha o trabalho jornalístico sobre todo este processo, indo desde o nível no terreno com população local já há muito tempo atenta às intenções nada novas de explorar gás, a suspeita do uso de fracking que promessas empresariais não servem para dissipar, a sessão de esclarecimento que acabou com espigões nos pneus dos carros da Australis, chegando ao nível da política nacional com planos governamentais para a descarbonização que não convencem face ao que se vê a acontecer, até à exosfera europeia, focada em trazer o gás até nós, nem que seja por via marítima a partir do continente americano, e voltado ao nível do solo, onde ativistas contam os anos que temos para mudar tudo.

Depois de passagens pelo Porto e Lisboa segue-se nem mais nem menos que uma Assembleia Aberta na própria Bajouca com sessão marcada para:

Dia 18 de Maio

Às 16 horas

Bajouca – ABAD, Pisão

Depois disso voltamos a Lisboa:

Dia 19 de Maio

Às 19h30 horas

CIDAC em Picoas, Rua Tomás Ribeiro 9, (ao pé da antiga Portugal Telecom)

 

Para tudo isto acontecer vão ser precisas mãos e cabeças voluntárias, caso te interesse juntar-te aos esforços aparece nas Assembleias Abertas para saberes como podes participar.

As inscrições abrem já no dia 20 de Maio, contamos contigo 😉

Até lá,

João

#6: O acampamento que cresce, cresce, cresce

As próximas assembleias abertas seguem-se no Porto e em Lisboa, ajuda precisa-se!

As reuniões abertas vão acontecendo, mais frequentes, com mais pessoas, com o acampamento cada vez mais composto.

A busca por gás natural não levanta só questões aos activistas, por isso o jornalismo do Fumaça foi investigar as explorações da zona centro, com a série Dá-lhe Gás. Aqui contam o contexto no qual esta procura pelo recurso natural vai acontecendo em Aljubarrota e na Bajouca, a exploração que fica por explicar e por discutir, conversas sobre energias renováveis para comprar terrenos para combustíveis fosseis, um crash course sobre a Bacia Sedimentar Lusitânica, confusões kafkianas de estudos de impactos ambientais, o poder local que fica por ouvir pelo governo que concessiona espaços, entre outras. Já vai no segundo episódio disponível para o público geral.

O programa continua a compôr-se e o trabalho no terreno vai acontecendo com o contacto com as pessoas e as instituições da Bajouca. A divulgação também já segue em marcha, aproveita e vê o panfleto que já corre as mãos de meio mundo e o cartaz que anda por aí afixado.

Ter o acampamento com todas as funcionalidades necessárias vai precisar de alguns fornecedores a ajudar-nos, por isso a nossa campanha de financiamento está em marcha. Para isso, segue-se a agenda de eventos benefit. Essa agenda benefit precisa de ser grande, abrangente e fantástica, e para isso acontecer são precisas ideias, energia e mãos à obra.

Queres ajudar nos eventos benefit? Tencionas saber como o acampamento se vai desenhando? Queres ajudar na comunicação do evento? Tens ideias para o programa? Ajudar a fazer as coisas acontecerem no terreno é a tua cena? Aparece numa das próximas assembleias abertas!

As próximas assembleias já estão marcadas, primeiro o Camp-in-Gás passa pelo Porto, no dia 4, próximo sábado, vamos estar no:

 

Rés da Rua,

Rua de Álvares Cabral 263

E já no dia 9 regressa a Lisboa, com reunião no:

CIDAC em Picoas,

Rua Tomás Ribeiro 9,

(ao pé da antiga Portugal Telecom)

Vemo-nos por lá,

João

COMUNICADO: “European Climate Summit” junta empresas petrolíferas e o Ministério do Ambiente para promover inação climática e as falsas soluções.

 “European Climate Summit” junta empresas petrolíferas e o Ministério do Ambiente para promover inação climática e as falsas soluções.

No dia 15 de abril, o Ministério do Ambiente e Transição Energética vai organizar uma sessão especial, integrada na European Climate Summit que vai ter lugar no Four Seasons Hotel em Lisboa.

Esta cimeira é organizada por The International Emissions Trading Association (IETA), uma associação empresarial que tem como membros a BP, BNP Paribas, Iberdrola, Naturgy, Petrochina, Repsol, Shell, Total, TransCanada e Vattenfall. Percebemos perfeitamente porque é que as empresas mais responsáveis pela crise climática querem organizar encontros com preço de entrada de €670 para o público geral, onde discutiriam como lavar as suas imagens promovendo falsas soluções como o comércio das emissões de carbono.

Em primeiro lugar, o mercado de carbono existe há décadas e as emissões não só continuam a aumentar mas estão a também acelerar. No entanto, as empresas envolvidas neste negócio têm feito muito dinheiro – que sempre foi o objetivo principal destes mecanismos.

Em segundo lugar, todas as empresas acima mencionadas têm novos projetos de combustíveis fósseis, sejam de gasodutos, oleodutos, expansão das minas de carvão, ou de furos de petróleo e gás. As contas são simples: As infraestruturas já existentes são mais que suficientes para ultrapassar 2ºC de aquecimento global. Algumas destas empresas comprometem-se com o encerramento de qualquer infraestrutura sua de combustíveis fósseis e para o cancelamento de todos os novos projetos? Não. Pelo contrário, pretendem iniciar novos projectos de combustíveis fósseis para continuarem a perpetuar o seu lucro à custa do clima, que é de todos!

Em terceiro lugar, qual é o papel do Ministério do Ambiente e Transição Energética neste evento? Se houvesse políticas compatíveis com a ciência climática, havia uma redução de 2.2 biliões de dólares de investimento nos combustíveis fósseis por causa dos ativos encalhados (stranded assets). Por exemplo, a Shell perderia 70 mil milhões de dólares de investimento. Os representantes do Ministério vão explicar à indústria que o seu fim chegou? Vão divulgar que os furos de gás na zona centro estão cancelados? Vão divulgar que desistem da construção do gasoduto de 160 km entre Guarda e Bragança? Também não. Vão apenas garantir que os lucros, e o consequente crime climático, destas empresas continuam a obter financiamento público e a concordância das instituições públicas. Não podemos continuar a viabilizar uma indústria obsoleta com subsídios públicos. Não podemos começar novos projectos de combustíveis fósseis. Nem aqui, nem em lado nenhum.

Denunciamos esta cimeira europeia contra o clima. Denunciamos a ligação orgânica entre a indústria de combustíveis fósseis e o governo.

A atitude face aos combustíveis fósseis passa pelo combate e não compactuação, por isso convocamos um Acampamento de Acção contra Gás Fóssil e pela Justiça Climática nos dias 17-21 de julho, na Bajouca, onde está agendado um furo de gás para este ano.

***

Mais informações: www.camp-in-gas.pt

#5: A preparação do Camp-in -s segue imparável!

Nova reunião do Camp-in-Gás vem a caminho – 7 de Abril, marca já na tua agenda

As reuniões de Março trouxeram-nos novidades. Já estivemos no parque que a ABAD (Associação Bajouquense para o Desenvolvimento) vai ter a gentileza de nos ceder, já vamos desenhando como nos vamos poder instalar e, como podes ver na imagem abaixo as condições prometem, o espaço é LINDO (e ainda vai ficar melhor no verão).

Como já tínhamos vindo a perceber, o pessoal da Bajouca está super motivado com o acampamento e de braços abertos para nos acolher. Por lá a malta também já se mexe e no passado dia 23 tiveram uma sessão de esclarecimento sobre prospecção de gás com um painel bem iluminado de especialistas.

A agenda durante o acampamento promete ser bem preenchida, e já vai ganhando forma. Formações de activismo claro que não poderão faltar num acampamento de acção, e o resto do programa bem carregado de cenas interessantes vai se alinhando. Como não podia deixar de ser, acampamento na Bajouca vai contar com malta da Bajouca, e já está na agenda festa de abertura com música da zona, e devem seguir-se mais actividades com o pessoal de lá a mostrar tudo o que de bom a terra nos tem para oferecer. No meio de tanta actividade não vai dar para andar de barriga vazia, por isso a Caldeira Negra já está agendada para tratar dos melhores manjares vegan.

Além da Bajouca, não muito longe, em Aljubarrota também se planeia um furo, daí no 4º Encontro pela Justiça Climática ter acolhido uma sessão com activistas do Movimento do Centro. Aí puderam discutir-se os temas da falsa solução do gás ao problema das alterações climáticas, e os enquadramentos legais dos contratos e licenças (que como seria de esperar, estão contra o ambiente).

A luta contra o gás não se fica só pela zona centro, por isso passámos por Bragança, no Centro de Ciência Viva, para falar gasodutos, em especial do Gasoduto que querem construir na zona e criar mais uma ligação à infraestrutura de Espanha. Foi uma sessão bem animada, com grande presença e muita energia, quem sabe sementes de activismo que esteja para vir.

À medida que mais pessoas se juntam a nós, também o próprio Camp-in-Gás vai somando dimensão geográfica. O Climáximo esteve no Beyond Gas em Bruxelas e o Camp-in-Gás anda nas bocas da malta do mundo activista além-fronteiras, alguns grupos por esse planeta fora já começam a pensar pôr o Camp-in-Gás nas agendas.

As reuniões estão a bombar, até tivemos duas pessoas da zona super motivadas na última, prontas a fazer deste um acampamento brutal.

Queres saber como as coisas estão a mexer-se? Queres ser parte da preparação?

Não te preocupes, ainda vais a tempo!

Aparece na próxima sessão:

7 de Abril, Domingo, 17h00

CIDAC, R. Tomás Ribeiro 3-9, – Lisboa

(Picoas, ao lado da antiga Portugal Telecom)

Estamos a contar contigo!

Até já!

#4: Assembleia Aberta: 17 de março, 14h00, FCSH

É agora que precisamos de ti e das tuas ideias.

O acampamento de acção Camp in Gás já tem data, sítio e um modelo de funcionamento!

Na última reunião aberta finalizámos o cartaz e montámos grupos de trabalho. As preparações do acampamento serão assembleárias; ou seja, não temos chefes nem direcções, vamos decidir tudo juntas.

Depois da Greve Climática Estudantil e logo a seguir ao 4º Encontro Nacional pela Justiça Climática, no dia 17 de Março, às 14h00, vamos reunir na FCSH para planear os próximos passos dos grupos de trabalho (que terão vários subgrupos).

Agora vamos meter a mão na massa.

Estás convidad@ à cozinha do movimento pela justiça climática. Dito doutra forma, estás convidad@ ao comité central do movimento pela justiça climática. Dito doutra forma, estás convidad@ à Assembleia Aberta do Camp-in-Gás.

Abraços rebeldes,

PS: As tuas amigas e amigos também estão convidad@s.

#3: Reuniões abertas 3 e 17 de março

Olá!

Estamos cada vez mais unidas e mais fortes.

O grupo organizador do acampamento já tem seis colectivos: Associação Bajouquense para o Desenvolvimento, Climate Save Movement Portugal, Climáximo, Linha Vermelha, Movimento do Centro contra a Exploração do Gás e Peniche Livre de Petróleo.

Os apoiantes também aumentaram desde a última newsletter: Academia Cidadã, GAIA, Museu do Casal Monte Redondo, Praxis Magazine, Quercus e Plataforma TROCA apoiam o acampamento.

Com as reuniões abertas, mais e mais pessoas também estão a juntar-se ao processo preparatório.

Gostarias de participar mas não sabias onde começar?

Marca na tua agenda:

3 de Março, Domingo, 17h00,
GAIA-Lisboa
(Rua da Regueira 40, Alfama) [evento de Facebook
aqui]

17 de Março, Domingo, 15h00,
FCSH, Lisboa

Esperamos ver-te em breve. 😉